Saúde pública
é o princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecido pela
Lei nº 8.080/90, complementar a Carta Magna de 1988, mas no Rio Grande do
Norte, a saúde é alvo de sério contingenciamento e enfrenta crises rotineiras.
Apenas nesse primeiro semestre de 2014, o
Governo do Estado deixou de passar mais de R$ 59,5 milhões, recursos
estes que estavam pactuados para a Saúde.
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| foto Adriano Abreu |
Hoje, a
Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) não tem autonomia financeira e
depende dos repasses da Secretaria Estadual de Planejamento e Finanças
(Seplan). Anualmente, o orçamento do Estado para Saúde é de R$ 1,5 bilhão.
Desse montante, 62% está comprometido com a folha de pagamento. O percentual
sobe para 70% se for somado às despesas com cooperativas médicas e mão-de-obra
terceirizada. Ou seja, vai para mais de R$ 1 bilhão.
Para Francisco
Júnior, membro da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos do Conselho
Nacional de Saúde, a primeira coisa a se fazer é o fortalecimento dos
municípios, onde a atenção básica não funciona e termina gerando sobrecarga
para os hospitais, principalmente, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. “A
primeira preocupação do novo gestor estadual é ajudar os municípios a
estruturar os postos de saúde e as maternidades”, afirma Júnior.

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boa tarde
Deus tem um proposito n sua vida